quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

NOITE FRIA

Noite fria gelada, congelante sem suas palavras suaves
Tempo que não passa rolo nessa cama gelada
Hoje o dia correu e eu aqui a esperar 
E nada houve, penso em entorpecer-me com beijos delirantes
Noite sombria as estrelas não saíram como você 
Vento arrepia minh’alma triste 
Meu universo parou
Estou com meu core quase parando
Suas batidas diminuem a cada segundo
Pareço ter entrado no inferno 
Pois nada me faz mais sentido
Sua ausência é como ter sede e não ter água
Sentir a escuridão e a luz não vem
Ter noites intermináveis sem o sol para terminá-la
Sentir as folhas caindo em pleno outono sem saber se a primavera virá
Ser uma criança sem ter o seio materno para sugar;
Estou nesse quarto escuro desfalecendo-me aos poucos
Meu coração já quase se força está parando
Espera apenas por um pequeno sopro de vida!
Ausência que consome essa vida sem graça!!!!
Ana Cecilia

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